Atualizada às 12h59
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Essa conclusão aparece em um estudo apresentado pelo doutor Jorge Torres, do M.D. Anderson Cancer Center do Texas (EUA), no 13º Congresso da Associação Européia de Hematologia, que reuniu esta semana 6,5 mil especialistas em Copenhague.
Os resultados da análise indicam que, numericamente, mais pacientes conseguiram uma resposta molecular maior com doses diárias de 800 miligramas, frente aos tratados com 400 miligramas de imatinib, medicamento que, desde sua aprovação, em 2001, reduziu rapidamente a mortalidade por esse tipo de câncer.
A pesquisa sobre a abordagem deste tipo de câncer, caracterizado pela proliferação maligna de leucócitos, abrange mais de cem centros de dezenove países, e dela participaram cerca de 500 pacientes.
Torres disse em entrevista coletiva que, já que o imatinib foi "o maior avanço em leucemia e câncer", decidiram estudar possíveis opções, como utilizar doses mais altas, para 20% ou 30% dos pacientes que não respondem bem ao remédio, com altas freqüências de recaída e pior diagnóstico a longo prazo.
A outra alternativa para estes pacientes que está sendo estudada é utilizar alguns dos inibidores de segunda geração, como o nilotinib e o dasatinib.
EFE
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