Atualizada às 18h19
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Segundo o médico veterinário da Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária da Universidade de Brasília (UnB) Richard da Rocha Filgueiras, nos andares mais baixos, como 1º e 2º, o animal tende a cair naturalmente de pé, considerando a medida de 3,6 m para cada patamar.
Um pouco acima disso, o gato pode não conseguir trocar de posição, o que o faria colidir com o solo de costas ou lateralmente. "O perigo é maior porque pode ocorrer trauma intestinal ou pulmonar e hemorragia interna", diz.
Acima do 6º andar, o gato consegue girar e atingir o chão com as quatro patas, amortecendo o impacto. Isso não significa que o animal não se machuque. Em quedas maiores, as fraturas se concentram nas patas da frente e no queixo, que também bate na superfície, além de lesões na cavidade bucal.
Redação Terra
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