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Estão entre as prioridades do encontro o debate sobre as formas de captação de recursos para o programa e o planejamento da Conferência Científica Internacional.
Prevista para os dias 17 a 21 de novembro, em Manaus, a conferência tem como tema Amazônia em Perspectiva: por uma Ciência Integrada. Antes da reunião do comitê, o pesquisador Paulo Artaxo falou para autoridades, gestores públicos e outros pesquisadores sobre o LBA.
Em entrevista à Agência Brasil, o presidente do comitê científico da LBA, Mateus Batistella, explicou o papel do programa. "O LBA é um grande programa de pesquisas para Amazônia. Tenta se relacionar através de pesquisas sobre o que acontece no meio,as mudanças que o homem vem fazendo para atmosfera, o aumento dos gases e aquecimento global."
Batistella disse também que, após uma década de trabalho, o comitê vai convidar outros profissionais para debater o programa. "A nossa idéia é trazer outros cientistas que não estão no programa, inclusive de outras áreas".
O LBA atualmente é um programa governamental e teve sua regulamentação aprovada em setembro de 2007 pelo Ministério de Ciências e Tecnologia (MCT).
O programa é uma iniciativa internacional liderada pelo Brasil e conta com mais de 130 propostas diferentes de pesquisa, já executadas ou em execução.
De acordo com informações do MCT, o programa foi viabilizado em 1998 por meio de acordos internacionais e é uma das maiores experiências científicas do mundo na área ambiental.
O presidente do comitê disse ainda não acreditar em mudanças no Ministério do Meio Ambiente, com a nomeação de Carlos Minc para o lugar de Marina Silva. "A primeira perspectiva é do próprio presidente Lula, as políticas continuam".
Para Batistella, deve haver uma discussão se as políticas existentes são suficientes ou não para a preservação da Amazônia e o que é mais prioritário. "Se devemos ser mais agressivos nas políticas de crescimento ou de preservação. Nós esperamos que a Amazônia não saia de foco."
Agência Brasil
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