Atualizada às 11h12
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O diretor do Hospital Geral de Larissa, Iakovos Brouskelis, disse que foi possível observar que o lado direito da barriga da menina estava muito inchado. "Mas não se podia suspeitar que o tumor escondesse um embrião", afirmou.
O embrião, com seis centímetros de comprimento, era um feto com cabeça, cabelos e olhos, mas não tinha cérebro nem cordão umbilical, informou o chefe do departamento de pediatria do hospital, Andreas Markou, de acordo com a agência AP.
A menina, cuja família não quer ser identificada, se recupera bem, disseram os médicos. Casos em que um dos gêmeos absorve o outro ainda no útero ocorrem em um a cada 500 mil nascimentos.
Redação Terra
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