Cirurgião italiano com paciente, após cirurgia |
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Cocchini, 47 anos, ex-fisiculturista amador, afirmou que sentia dor contínua e não conseguia dormir à noite, quando a dor aumentava, segundo a agência Ansa.
"Eu não conseguia me vestir, dirigir um carro ou carregar pesos levíssimos", disse Cocchini, funcionário municipal de Pescara, que deve deixar o hospital amanhã e retirar a bandagem que envolve o ombro em um mês.
"Estou esperando ansiosamente segurar um sorvete", disse Cocchini, que pareceu abismado ao ver que conseguia dobrar seus dedos novamente. O osso foi retirado de um homem vítima de acidente de trânsito, morto há dez dias, de 38 anos.
A nova técnica é chamada de "biológica" porque o osso "mantém sua vitalidade nas células de cartilagem", disse o cirurgião chefe do Instituto Sandro Giannini.
O enxerto foi ligado à clavícula e ao úmero com pequenos pinos metálicos. Ele é capaz de produzir tecido conectivo por ser muito fino, de aproximadamente 1 cm de espessura. Em reposições tradicionais de articulações, são utilizadas próteses artificiais.
A técnica, no entanto, só serve para pacientes abaixo de 50 anos que sofrem de artrose, que teriam que repor a primeira prótese artificial após desgaste, se utilizassem o método tradicional.
Redação Terra