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De acordo com a Globonews, a medula compatível foi encontrada graças a uma rede de bancos de doadores conectada à Internet. O programa compara os dados das células dos pacientes com dados dos candidatos a fazer a doação. A probabilidade de encontrar alguém compatível é de uma chance entre 250 mil.
A enfermeira Adriana Barros foi a responsável pelo transporte da medula até Recife que durou 22 horas. Segundo ela, o mais difícil foi evitar o raio-x nos aeroportos. "A tendência da spessoa sé sempre querer passar no raio-x. Você tem que intervir e justificar", afimra. A medula não pode ser exposta à radiação emitida pelos aparelhos de raio-x dos aeroportos pois compromete a operação.
Para evitar isso, Adriana fez 3 embarques só nos EUA. Saint Louis, Nova York e Chicago. De Chiacgo, foi para São Paulo e depois para Recife. Em todos os aeroportos, Adriana conta que encontrou a mesma dificuldade para evitar que a doação fosse exposta ao raio-x. "As pessoas não entendem isso com facilidade", afirma Adriana.
Redação Terra