Maldição de tumba de Tutancâmon é desmentida


A infame maldição da tumba da múmia do faraó Tutancâmon, que supostamente teria matado muitas das pessoas envolvidas na abertura da tumba do faraó há 80 anos, é um mito, de acordo com pesquisadores australianos. O British Medical Journal publicou um estudo que descobriu que, ao contrário da lenda que se criou em torno da múmia de Tutancâmon, a maior parte dos presentes durante a abertura de sua tumba, em 1922, viveu por muito tempo.

"O mito foi quase que certamente gerado por jornais rivais que foram afastados da descoberta do século, quando direitos exclusivos foram dados ao The Times de Londres", afirmou o autor da pesquisa, Mark Nelson, da Universidade Monash, em Melbourne.

De acordo com o arqueólogo Howard Carter, que liderou a equipe que descobriu a câmara funerária, 25 pessoas estavam presentes quando a tumba foi aberta. Eles encontraram a múmia do faraó, completa com uma máscara de ouro e um tesouro de artefatos de ouro.

A descoberta foi notícia em todo o mundo e fez com que tudo relacionado ao Egito virasse moda. Mas quando o orientador de Carter, Lord Carnarvon, morreu algumas semanas após a abertura da câmara, nasceu a lenda da maldição.

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