As imagens foram registradas no Círculo Polar Ártico |
Humpage passou seis dias na região de Karasjok, no Círculo Polar Ártico, para realizar as imagens do fenômeno luminoso, criado a partir do impacto de partículas elétricas transportadas pelo vento solar no campo magnético terrestre.
O choque cria um brilho, normalmente de coloração verde, amarela ou violeta, observado nos céus durante a noite nas regiões próximas aos pólos.
As Auroras Boreais são raras, e os cientistas estimam que a probabilidade de vê-las é maior no período entre setembro e outubro e de fevereiro a março.
Devido a escuridão no período da noite nestas regiões, o registro de imagens das Auroras Boreais são tarefa difícil e as fotos dos fenômenos são raras.
DesempenhoDos seis dias passados na região, quatro foram utilizados para conhecer a área e escolher a melhor posição pra fazer as fotos.
Para capturar as imagens, Humpage ficou duas noites inteiras fotografando o fenômeno em Karasjok, onde a temperatura registrava -20º C.
Segundo ele, as imagens "são espetaculares, mágicas e contínuas". Devido à falta de luz durante a noite, cada exposição demorava de 30 segundos a até quatro minutos.
"Foi uma das imagens mais incríveis que já vi", conta o fotógrafo. "Havia rios de cores se movendo e cobrindo o céu todo de horizonte a horizonte", conta.
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