A foto acima revela que a parte mais fria da tarântula está nas pontas das pernas |
Lowe usou uma câmera com a tecnologia FLIR (Forward Looking Infrared, na sigla em inglês), que registra imagens em infravermelho.
As fotos "térmicas" mostram curiosidades sobre a distribuição de calor no corpo dos animais. A zebra, por exemplo, aparece com as áreas mais quentes nas faixas escuras, onde o calor é absorvido.
O bicho-preguiça apresenta o nariz como a área mais fria, e o pelicano tinha o pé como a parte mais quente. Segundo o diretor do zoológico, David Field, as imagens podem ajudar os veterinários.
"Apesar de parecerem obras reminiscentes de uma galeria de arte moderna, as fotos nos oferecem uma perspectiva única sobre como os animais regulam a temperatura do corpo", afirma.
"As imagens térmicas poderão ser usadas para diagnosticar infecções, já que áreas infectadas aparecem mais quentes em alguns casos", explica.
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