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Ao observar 50 primatas durante 20 meses, Michael Gumert, da Universidade Tecnológica de Nanyang, descobriu que, em média, as fêmeas faziam sexo 1,5 vezes por hora. No entanto, esse índice subia para 3,5 vezes por hora depois de terem sido acariciadas por um macho.
Segundo o estudo, a mão invisível do "mercado" também agia no valor da transação. Se houvesse muitas fêmeas na área, o custo do sexo caía automaticamente - um macho podia comprar uma fêmea com apenas oito minutos grooming, expressão em inglês dada às carícias. No entanto, se não houvesse muitas fêmas no local, o tempo subia para 16 minutos.
A pesquisa sustenta a hipótese que a mão invisível do mercado biológico pode explicar o comportamento social. "Há uma bem conhecida mistura entre a capacidade econômica e a probabilidade de ter relações sexuais", disse Ronald Noe, da Universidade de Strasbourg, na França, à AFP.
Redação Terra