Lyuba foi transportado do museu de Salekhard, na Sibéria, para Tóquio em um contêiner especial, onde é mantido sob uma temperatura permanente de -18ºC. Durante dois ou três meses, especialistas do Instituto de Imagens Médicas de Alta Resolução e de uma escola médica universitária de Tóquio realizarão tomografias e outros tipos de análises para estudarem a composição de seu organismo.
"Os especialistas irão escanear o filhote de mamute e obterão seu modelo tridimensional computadorizado", disse um funcionário do museu siberiano. O filhote recebeu o nome de Lyuba em homenagem à esposa de Yuri Khudi, o pastor e caçador russo que descobriu o corpo do animal congelado em um banco do rio Yuribei, perto de sua foz no mar de Kara, informou a agência Itar-Tass.
Segundo cientistas, Lyuba tinha aproximadamente um ano, media 1,30 m de altura e pesava cerca de 50 kg quando morreu em um pântano, há cerca de 40 mil anos. O animal, o segundo filhote de mamute já encontrado na região, tem especial importância para os cientistas pelo fato de ter se conservado no gelo, mantendo intactos até mesmo os olhos e a tromba.
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