Os cientistas acreditam que as luas dos anéis externos de Saturno nasceram da desintegração de corpos maiores |
Um comunicado desta entidade vinculada à Nasa informa que estas imagens confirmam as teorias existentes até agora sobre o nascimento das 14 pequenas luas do planeta.
"Acreditamos que a única maneira de estas luas terem chegado ao tamanho atual foi com uma enorme massa central à qual se foram aderindo partículas mais porosas", declarou Carolyn Porco, líder da equipe responsável pela missão Cassini no Instituto de Ciências Espaciais de Boulder (Colorado).
Segundo Derek Richardson, professor de astronomia da Universidade de Maryland, é possível que a massa central das luas tenha sido um resíduo do fenômeno cataclísmico que levou à formação dos anéis.
O comunicado do JPL diz que os cálculos e as simulações por computador mostram que as partículas aderem com facilidade a um corpo maior que tenha a densidade do gelo.
Neste processo, a lua crescerá até quando estiver relativamente próxima de Saturno. O resultado é uma lua em um anel que tem duas a três vezes o tamanho de sua massa central de gelo denso e coberta por uma camada de gelo poroso, informou o JPL.
A missão Cassini é um projeto da Nasa, da Agência Espacial Européia e da Agência Espacial da Itália. A sonda conta com duas câmaras desenvolvidas e montadas pelo JPL.
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