Segundo Hanson, professor de bioquímica da Universidade Case Western Reserve de Cleveland (Ohio), "os super-ratos queimam essencialmente ácidos graxos para obter a energia necessária a estes esforços, produzindo muito pouco ácido lático" durante o trabalho intensivo dos músculos.
Estes ratos transgênicos comem 60% mais que seus congêneres selvagens, se mantêm delgados, em boa forma física e vivem mais. O super-ratos também são muito mais agressivos que os outros.
A chave destas qualidades fisiológicas excepcionais está no gene que tem um papel importante na produção da enzima PEPCK-C (fosfoenolpiruvato carboxiquinasa citosólica), explica Richard Hanson.
O professor e sua equipe criaram esta nova espécie de ratos, chamada de PEKCK-C, durante os últimos cinco anos, dentro de uma pesquisa que busca compreender a função metabólica e fisiológica da PEPCK-C nos músculos do esqueleto e nos tecidos adiposos.
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