Astros pop têm mais risco de morrer, diz estudo

03 de setembro de 2007 • 15h37 • atualizado às 16h13

O que muitos temiam e outros davam como certo adquire agora caráter científico: as estrelas internacionais do pop e do rock têm mais que o dobro de chances de morrer prematuramente que o resto da população, de acordo com uma pesquisa da Universidade John Moores, em Liverpool, na Inglaterra).

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Cientistas do centro acadêmico inglês estudaram a vida de mais de mil profissionais americanos e europeus do mundo da música e que fizeram fama de 1956 a 1999, de Elvis Presley até o rapper Eminem.

Os especialistas, que asseguram que as estrelas da música têm maior risco de morrer nos primeiros anos de fama, propõem que se façam mais estudos sobre a influência desses artistas em seus respectivos fãs em artigo publicado hoje pela revista científica Journal of Epidemiology and Community Health.

Em sua pesquisa, os cientistas descobriram que, dos dois aos 25 primeiros anos de fama, o risco de morte é até três vezes maior nos artistas que no resto da população.

"As estrelas do pop - explicam os especialistas - podem ser submetidos a elevados níveis de estresse em ambientes onde o álcool e as drogas estão ao alcance das mãos, o que propicia que haja um maior risco de comportamentos que possam prejudicar a saúde".

Os cientistas afirmam que as overdoses e os problemas relacionados com o álcool estão por trás de mais de um quarto das mortes prematuras de estrelas da música dos EUA e da Europa.

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