O ministro do Meio Ambiente e Recursos Naturais, Azmi Khalid, argumentou que os macacos "semeiam o caos nas cidades, onde não só roubam comida das casas mas também atacam as pessoas", segundo o site do jornal The New Straits Times.
Ele explicou que a medida só vale para a porção peninsular da Malásia, e não para os estados de Sabah e Sarawak, onde os macacos correm risco de extinção. Só poderão ser caçados e vendidos os animais achados em zonas urbanas.
Segundo os dados do governo, cerca de 258 mil macacos vivem nas cidades. Há 484 mil na floresta. A exportação foi proibida há 24 anos, quando a venda de 10 mil macacos por ano a laboratórios nos Estados Unidos e Europa e a restaurantes de outros países asiáticos provocaram uma queda alarmante na população.
O macaco de Mentawai, uma subespécie que habita a Malásia peninsular, vive também na parte indonésia da ilha de Bornéu e é uma das mais de 400 espécies do Sudeste Asiático que se encontram na Lista Vermelha de Espécies em Perigo da União Internacional de Conservação da Natureza.
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