Atualizada às 12h23
Segundo a CNN, o Peru diz que os artefatos foram emprestados para Yale por 18 meses, mas a universidade os mateve lá desde que um dos seus alunos, o explorador Hiram Bingham, redescobriu Machu Picchu, nos Andes, em 1911.
As negociações sobre quem tem o direito de propriedade sobre as mais de 4 mil peças de cerâmica, jóias, ossos de antigos incas estão em progresso. "A relação está se movimentando em direção a um entendimento", disse Cecilia Bakula, líder do Instituto Nacional de Cultura do Peru.
Segundo ela, o processo avançou, entre outros motivos, porque Yale se comprometeu a fornecer um inventário completo de seus bens arqueológicos pela primeira vez. As autoridades de Yale, no entanto, se recusaram a comentar o assunto.
A intermediação está sendo feita pela secretária de Estado dos Estados Unidos para a Diplomacia, Karen Hughes. "Nós estamos delineando as negociações para que os resultados sejam satisfatórios para ambos os lados", disse Karen.
Redação Terra
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