Casamento piora a saúde das mulheres, diz estudo

04 de julho de 2007 • 13h42 • atualizado às 14h56

O casamento afeta positivamente a saúde dos homens e de modo negativo a das mulheres, segundo um estudo apresentado hoje em Madri que estabelece também um vínculo direto entre o nível de renda e de formação com o bem-estar.

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O estudo "Os espanhóis frente à saúde e seus determinantes", elaborado pela Fundação Gaspar Casal em colaboração com uma empresa farmacêutica, indica que os homens casados e as mulheres solteiras são as pessoas mais saudáveis.

Existe uma relação direta entre o nível de renda, de formação e o tipo de emprego com o estado de saúde dos cidadãos, acrescenta o relatório. A pesquisa destaca que os espanhóis que possuem uma educação superior, e, portanto, um melhor emprego e um salário mais elevado, apresentam um melhor estado de saúde.

As pessoas que têm uma renda elevada se consideram dez vezes mais saudáveis que as que têm uma renda baixa, os chefes se vêem com uma melhor saúde que seus empregados, e as donas de casa e os que têm um trabalho estável são mais saudáveis que os trabalhadores com um emprego mais precário.

O nível de saúde dos espanhóis é "superior" a seu bem-estar econômico, e, em geral, é melhor em comparação com outros países, afirmou o diretor da fundação, Juan de Llano. O índice de massa corporal também influi na saúde dos espanhóis, e, assim, os obesos são os que mais adoecem.

Quanto aos recursos de saúde, o relatório afirma que 2% dos cidadãos vão ao médico diariamente e que mais de 50% consomem remédios habitualmente.

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