Esse acrilato de açúcar é um polímero que permitiria, por exemplo, a fabricação de fraldas descartáveis e de absorventes higiênicos biodegradáveis, ou de produtos cosméticos e de materiais para implantes que não tragam efeitos nocivos à saúde.
Os acrilatos convencionais são obtidos a partir da polimerização das moléculas do ácido acrílico, que é uma fração refinada do petróleo, e são utilizados em tintas, solventes, plásticos moldados, coberturas de residências e em muitas outras aplicações.
Além da vantagem ecológica, o acrilato de açúcar tem um lado comercial interessante ao País. A pesquisadora informa que o ácido acrílico é um dos produtos químicos mais comercializados no mundo.
"Os dados de 2003 indicam a comercialização de 4 milhões de toneladas oa ano, movimentando US$ 8 bilhões. O Brasil não produz este insumo e é um grande importador", disse ao Jornal da Unicamp.
Redação Terra