"A presença de resina implementa fortemente a sobrevivência das formigas adultas e larvas expostas à bactérias Pseudomonas fluorescens e a sobrevivência de larvas expostas aos fungos entomopatogênicos Metarhizium anisopliae", afirmaram em um trecho de seu artigo publicado na revista Proceedings of the Royal Society.
"Estes resultados mostram que as formigas da madeira capitalizam as defesas químicas que evoluíram em plantas para se proteger coletivamente contra patógenos", acrescentaram. Em um comunicado posterior publicado pela Swiss National Science Foundation, os cientistas de Lausanne - Michel Chapuisat, Philippe Christe, Pasqualina Magliano e Anne Oppliger - disseram que a descoberta "mostra a capacidade formidável dos insetos sociais tomarem medidas de saúde pública dentro de uma colônia".
As formigas não são as únicas espécies a usar a resina desta forma. Muitas aves e alguns mamíferos também incorporam o material a seus ninhos, acrescentaram os cientistas.
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