O estudo mostra que a "rara e quantitativa evidência que extrema especialização" entre algumas formigas pode melhorar a performance da maioria, concluíram Scott Powell e Nigel Franks, biólogos na Universidade de Bristol, no Reino Unido. Os pesquisadores observaram o comportamento da espécie Eciton burchellii - mais conhecida como formiga-de-correição - no Panamá e, então, criaram uma série de caminhos artificiais, cheios de buracos, para ver como os insetos se adaptariam.
Eles também mediram ganhos em produtividade, concluindo que o comportamento altruístico das formigas "resulta em um ganho evidente na busca diária por alimento para a colônia." Se 7,5 mil formigas operárias em um caminho "típico" - uma coluna que pode ter vários metros de comprimento - se oferecerem para tapar buracos, o grupo consegue melhorar seu desempenho em 26%, de acordo com o estudo, que será publicado na edição de junho da publicação britânica Animal Behaviour.
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