O serralheiro Rogério Motta, 35 anos, encontrou as ossadas na semana passada, ao cavar um buraco para retirar o que julgava ser apenas um osso. O material será encaminhado a um laboratório para a realização de exames. Especialistas estimam que os corpos tenham sido enterrados há cerca de 4 mil anos, mas somente um exame detalhado poderá confirmar a data.
Os pesquisadores estão intrigados com o fato de as ossadas terem sido encontradas em uma área urbana. Segundo eles, os sítios arqueológicos já catalogados na região ficam em locais isolados e próximos de lagoas.
Como a casa do serralheiro fica no alto de um morro, arqueólogos acreditam que isso pode indicar que os dois indivíduos tinham papel de destaque na comunidade em que viviam. O trabalho de remoção das ossadas deve ser concluído até sexta-feira.
Com agências
Redação Terra