Desenho do suposto Ovni avistado no caso de Trans en Provence |
Lúcia Jardim
Direto de Paris
Paris
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O objeto seria cinza-escuro, não emitia nem fumaça nem chamas e tinha dimensões de cerca de 2,5 m de largura por 1,7 m de altura. O homem o descreveu como de forma circular e, na altura do diâmetro, seria mais largo. Todo o fenômeno não teria passado de 40 segundos. No local onde o instrumento tocou o chão, teriam ficado traços de cerca de 2m de diâmetro. No dia seguinte, a polícia ouviu a testemunha, constatou o traçado no solo, fez fotos do local e recolheu amostras da terra para a realização de análises laboratoriais.
As análises do solo foram confiadas a quatro laboratórios diferentes vinculados ao Geipan. Os institutos utilizaram técnicas distintas para examinar o material e cada um apresentou um ponto de vista diverso. A síntese dos exames permitiu confirmar o afundamento significativo do solo no local atingido e comprovou resquícios de ferro, óxido de ferro, fósforo e zinco. Um aquecimento que pode ter chegado a 600ºC também foi detectado pelos laboratórios.
As análises bioquímicas das amostras mostraram degradações múltiplas das plantas que se encontravam próximo ao local. A causa do estrago não foi determinada, mas a hipótese mais forte apontada pelo Geipan é de que um campo elétrico intenso pode ter sido criado. Conforme o centro de pesquisas, "não há dúvidas de que um fenômeno de grande amplitude aconteceu naquele dia, e que a materialização da observação descrita é altamente provável".
Redação Terra