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Os astrônomos que participam da pesquisa, cujo estudo aparecerá publicado na próxima edição da revista científica Nature, sustentam que as galáxias negras perderam sua matéria luminosa por estar em contato com outras galáxias mais maciças, de modo que as primeiras se transformaram em escuras. O grupo de pesquisadores assegura ter constatado, mediante simulações, que existe uma relação inversamente proporcional entre a matéria negra que há em uma galáxia e o tamanho desta.
Eles acham que as galáxias negras, principalmente esféricas, "não são objetos isolados e raros", mas "são muito freqüentes ao redor das galáxias maciças, como a Via Láctea". Além disso, sustentam que o universo contém um número muito grande de galáxias negras minúsculas, que poderiam ser vistas com os telescópios mais potentes que estão sendo construídos ou sendo planejados na atualidade.
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