Quênia: esqueleto de 1,6 milhão de anos gera briga

06 de fevereiro de 2007 • 21h05 • atualizado às 21h16
Líderes religiosos acham que o esqueleto vai contra a teoria de que Deus criou o mundo Foto: AP
Líderes religiosos acham que o esqueleto vai contra a teoria de que Deus criou o mundo
06 de fevereiro de 2007
Foto: AP

Um esqueleto de 1,6 milhão de anos está gerando polêmica no Quênia. Líderes religiosos do país africanos são contra a exposição dos fósseis porque acreditam que eles vão contra o princípio de que Deus é o criador do mundo. A mostra do "menino de Turkana", como é conhecido, está prevista para começar no final deste ano.

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O esqueleto está sendo guardado no Museu Nacional do Quênia, em Nairóbi. Os ossos foram encontrados há mais de 20 anos, mas só este ano serão apresentados ao público. Porém, um grupo de quenianos defende que os fósseis continuem sendo guardados a sete chaves no museu.

O esqueleto está praticamente completo e corresponde ao de um menino de 12 anos. Os ossos foram encontrados em 1984, em Nariokotome, perto do lago Turkana, no Quênia.

AP - Copyright 2007 Associated Press. Todos os direitos reservados. Este material não pode ser publicado, transmitido, reescrito ou redistribuído.
 
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