Detentos vivem mais do que pessoas livres nos EUA

22 de janeiro de 2007 • 18h32 • atualizado às 18h37

Ser sentenciado à prisão pode ter uma vantagem. Segundo o governo dos EUA, os prisioneiros vivem, em média, mais do que o restante da população. A expectativa de vida é ainda maior entre os detentos negros.

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Segundo dados do Departamento de Justiça americano divulgados neste domingo, a taxa de mortalidade entre os prisioneiros é de cerca de 250 por 100 mil a cada ano. Enquanto isso, o restante da população apresenta uma taxa anual de 308 a cada 100 mil habitantes, na faixa etária que vai de 15 a 64 anos. A informação foi divulgada no site Marginal Revolution.

Ainda de acordo com o Departamento de Justiça, quando se trata de prisioneiros negros, a taxa de mortalidade fica 57% menor do que a do resto da população negra do país (206 contra 484). O mesmo não ocorre com os brancos ou de origem hispânica. Detentos dessas duas raças apresentam taxas de mortalidade levemente acima das apresentadas pela população que vive em liberdade.

Redação Terra
 
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