Restos mortais de Joana D'Arc podem ser de um gato

19 de dezembro de 2006 • 10h08 • atualizado às 10h15

As cinzas e um fragmento de osso supostamente recuperados depois que Joana D'Arc foi queimada na fogueira provavelmente não são dela. De acordo com uma equipe de especialistas que tentam resolver um dos maiores mistérios da heroína do século XV, os restos podem ter pertencido a um gato.

Há seis meses, 18 especialistas franceses começaram uma série de testes nos fragmentos recuperados do local onde ela foi queimada por heresia em 1431, quando tinha 19 anos de idade. Embora os testes ainda não estejam completos, os resultados parciais indicam que há uma pequena chance de que aqueles restos sejam dela, disse o líder da equipe, Philippe Charlier.

Segundo ele, era comum atirar gatos pretos enquanto supostas bruxas eram queimadas na fogueira. Os pesquisadores desconfiaram de que aqueles restos não eram da heroína francesa depois que os testes de carbono realizados em um suposto pedaço de costela mostrou que osso era, na verdade, um fêmur de um gato.

"Este fêmur não está queimado, apenas um pouco carbonizado, o que indica que talvez seja de um gato jogado na fogueira", disse Charlier. "As chances de os restos analisados serem de Joana D'Arc são muito pequenas", completou o pesquisador.

Com agências

Redação Terra
 
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