20% dos paulistanos têm síndrome ligada à obesidade

14 de dezembro de 2006 • 11h33 • atualizado às 11h42

Um em cada cinco paulistanos sofrem da chamada síndrome metabólica, um conjunto de doenças decorrentes da obesidade e que aumenta em três vezes os riscos de enfarte ou derrame cerebral, segundo estudo da Secretaria de Estado da Saúde. A pesquisa verificou a alimentação, o hábito de fumar e o peso em todas as regiões da capital paulista.

Segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo, os pesquisadores mediram a circunferência da barriga, a pressão arterial e os níveis de colesterol, triglicérides e açúcar no sangue de 700 moradores de São Paulo com idade de 18 a 59 anos. Em 20,1% dos paulistanos, pelo menos um desses exames deu acima do normal, o que representa o diagnóstico de síndrome metabólica.

O problema acontece quando insulina é impedida de atuar correntamente no organismo em função da gordura. Ela anula ação do hormônio, que fica circulando do sangue ao invés de virar energia. Depois, se deposita no organismo na forma de mais gordura. Este círculo vicioso é causado, principalmente, por maus hábitos alimentares.

"Uma alimentação rica em gordura e açúcar é a principal culpada", explica África Isabel Neumann, nutricionista do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria da Saúde e responsável na pesquisa pelos dados da síndrome metabólica.

Redação Terra
 
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