Simulação mostra o Ártico totalmente sem gelo no verão de 2040 |
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As informações, divulgadas por cientistas do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica dos EUA, revelam que a aceleração na perda de gelo marinho vista nos últimos anos pode ser acelerada em até quatro vezes.
"À medida que o gelo se retrai, o oceano transporta mais calor para o Ártico e a água aberta absorve mais luz solar, acelerando o aquecimento e levando à perda de ainda mais gelo", afirma Marika Holland, autora principal do estudo.
No entanto, os pesquisadores também afirmam que o rápido degelo pode ser revertido. Examinando 15 modelos climáticos, eles verificaram que, se as emissões de dióxido de carbono diminuírem, o derretimento diminuirá rapidamente. "Nosso estudo indica que a sociedade ainda pode diminuir os impactos no gelo Ártico, conclui Marika.
Redação Terra