Empresa russa congela cérebros para ressurreição

17 de maio de 2006 • 16h26 • atualizado às 16h40

A Rússia criou seu primeiro banco destinado a conservar cérebros e corpos humanos congelados para quem confiar que o progresso da ciência poderá ressucitar no futuro. "A maioria das pessoas que vivem hoje em dia tem possibilidade de alcançar a imortalidade física", afirma a empresa russa KrioRus em sua página na internet.

Com sede em Alabushve, pequena localidade próxima a Moscou, a empresa congela cérebros humanos e os guarda em vasilhames cheios de nitrogênio líquido, pelo preço de US$ 9 mil e mais um custo anual de US$ 300.

O primeiro cérebro congelado pertencia a Lídia Fedorenko, uma professora de matemática de São Petesburgo, falecida aos 79 anos em conseqüência de um infarto. O segundo foi um homem de 60 anos, a pedido de seu filho.

O site da empresa informa que a tarifa para o congelamento de um corpo completo, a -78º C, é US$ 79 mil. Esta tarifa inclui o tranposrte do cadáver do Cryonics Institute, em Michigan, Estados Unidos.

De acordo com a KrioRus, "os prognósticos atuais dizem que a ressureição será possível entre 2030 e 2050".

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