Com sede em Alabushve, pequena localidade próxima a Moscou, a empresa congela cérebros humanos e os guarda em vasilhames cheios de nitrogênio líquido, pelo preço de US$ 9 mil e mais um custo anual de US$ 300.
O primeiro cérebro congelado pertencia a Lídia Fedorenko, uma professora de matemática de São Petesburgo, falecida aos 79 anos em conseqüência de um infarto. O segundo foi um homem de 60 anos, a pedido de seu filho.
O site da empresa informa que a tarifa para o congelamento de um corpo completo, a -78º C, é US$ 79 mil. Esta tarifa inclui o tranposrte do cadáver do Cryonics Institute, em Michigan, Estados Unidos.
De acordo com a KrioRus, "os prognósticos atuais dizem que a ressureição será possível entre 2030 e 2050".
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