"A idéia foi levantar informações para a criação de uma política de proteção e gestão desses sítios, por meio da concretização de um inventário do patrimônio arqueológico subaquático da região", frisou.
Uma dessas possibilidades de gestão, segundo o estudioso, é a implementação do turismo de mergulho - com enfoque arqueológico - visando o desenvolvimento sustentável. "O projeto já prevê a sinalização dos sítios identificados, mas ainda não há previsão de quando isso acontecerá", conta.
Durante a elaboração do estudo, que teve apoio financeiro da Fapesp e integra o Programa Arqueológico do Baixo Vale do Ribeira, Rambelli e sua equipe puderam realizar um trabalho de conscientização com estudantes. "As palestras sobre arqueologia subaquática foram muito bem recebidas pelos jovens", concluiu.
JB Online