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Fortes tempestades solares criam auroras boreais e austrais • 12/04/2012, 16h03

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  • No dia 31 de agosto de 2012, o Sol teve uma poderosa erupção que viajou a quase 1,5 mil km/s. Ela não atingiu diretamente a Terra, mas interagiu com nossa magnetosfera no dia 3 de setembro e o resultado foi esta aurora boreal

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  • Filamento de plasma sai do Sol devido à erupção do dia 31. O registro foi feito por uma sonda da Nasa

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  • Aurora austral é registrada na estação Concordia, na Antártida. A estação, mantida pela Agência Espacial Europeia (ESA), é usada para o estudo dos efeitos do isolamento no corpo humano. Durante o inverno, os cientistas quase não podem sair do prédio, já que as temperaturas ficam em uma média de -51°C e o local já chegou a registrar -85°C

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  • Em imagem de abril de 2012, o astronauta holandês André Kuipers, a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), publicou nesta quarta-feira um registro feito da tempestade solar Aurora Austral. O fenômeno óptico ocorre quando partículas emanadas pelo sol e poeira espacial se chocam com a atmosfera de um planeta

    Foto: André Kuipers / ESA / Nasa / Divulgação http://img.terra.com.br/i/2012/04/25/2313369-2586-rec.jpg
  • Esta imagem foi registrada na Islândia, por Skarphedinn Thrainsson. O Sol está em uma temporada de grande atividade, o que resulta em muitas tempestades solares - que causam as auroras boreais e austrais

    Foto: The Grosby Group http://img.terra.com.br/i/2012/04/12/2298145-4774-rec.jpg
  • Imagem mostra fenômeno próximo a um observatório em Fairbanks, no Estado americano do Alasca

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  • O registro foi feito no dia 8 de abril e divulgado no dia 12. Thrainsson saiu de sua casa dirigiu cerca de uma hora até o Parque Nacional Thingvellir na esperança de ver o fenômeno. A aurora durou cerca de 10 minutos, mas o fotógrafo conseguiu fazer estes registros

    Foto: The Grosby Group http://img.terra.com.br/i/2012/04/12/2298140-3710-rec.jpg
  • As fortes tempestades solares, que causam a aurora na Terra, devem continuar pelos próximos anos

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  • O sueco Goran Strand aproveita esta temporada de auroras boreais para registrar muitas imagens

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  • Strand tirou as fotos próximo a sua casa em Ostersund

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  • O aumento da atividade do Sol leva a auroras cada vez mais poderosas

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  • Imagem do astronauta André Kuipers consegue juntar a aurora boreal e as luzes do Reino Unido. Em primeiro plano, aparece a ilha da Irlanda e, ao lado, a Grã-Bretanha. Ao fundo da imagem ainda é possível notar o nascer do Sol. A fotografia foi tirada no dia 28 de março e divulgada pelo astronauta nesta terça-feira

    Foto: André Kuipers/Nasa/ESA / Divulgação http://img.terra.com.br/i/2012/04/03/2287896-4991-rec.jpg
  • Imagem de fevereiro de 2012 mostra um registro impressionante da aurora boreal nas proximidades do estado americano de Washington

    Foto: AFP http://img.terra.com.br/i/2012/03/16/2266951-5245-rec.jpg
  • Astronauta flagra aurora austral entre Antártida e Austrália

    Foto: Andre Kuipers / ESA / Nasa / Reuters http://img.terra.com.br/i/2012/03/13/2262652-9996-rec.JPG
  • A aurora boreal é registrada perto da cidade de Trondheim, na Noruega, em janeiro. Os astrônomos foram em busca de uma exibição espetacular do fenômeno após a mais poderosa tempestade solar em seis anos

    Foto: AP http://img.terra.com.br/i/2012/01/25/2196925-3270-rec.jpg
  • A Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera (NOAA, na sigla em inglês) afirmou que a tempestade solar de janeiro foi a maior desde outubro de 2003

    Foto: AP http://img.terra.com.br/i/2012/01/25/2196926-2809-rec.jpg
  • Imagem da aurora boreal em Tromsoe, norte da Noruega, em meio a tempestade solar

    Foto: AP http://img.terra.com.br/i/2012/01/25/2196931-7998-rec.jpg
  • Aurora boreal registrada perto da cidade de Tromsoe

    Foto: AP http://img.terra.com.br/i/2012/01/25/2196937-9119-rec.jpg
  • O britânico Andy Keen abandonou seu emprego há cinco anos e foi morar em uma área remota da Finlândia, onde se transformou em "caçador de aurora boreal"

    Foto: Andy Keen / BBC Brasil http://img.terra.com.br/i/2011/12/27/2159035-3526-rec.jpg
  • Keen viu um documentário sobre a aurora boreal na televisão e resolveu observar as luzes. Agora ele se declara 'viciado'. Atualmente, ele mora dois graus acima do Círculo Ártico

    Foto: Andy Keen / BBC Brasil http://img.terra.com.br/i/2011/12/27/2159036-7795-rec.jpg
  • Atualmente, ele tem uma empresa de turismo especializada em levar pequenos grupos para observar as luzes durante o inverno no hemisfério norte. Acima, um dos clientes de Keen

    Foto: Andy Keen / BBC Brasil http://img.terra.com.br/i/2011/12/27/2159037-9166-rec.jpg
  • O céu livre de nuvens é uma condição para boa visão das luzes. A Lua cheia ajuda a tornar a paisagem mais bonita

    Foto: Andy Keen / BBC Brasil http://img.terra.com.br/i/2011/12/27/2159039-1030-rec.jpg
  • As luzes da aurora boreal podem ser vistas na região da Escandinávia, América do Norte, norte da Escócia e Rússia. Mas, como alerta o site de turismo da Noruega, nunca se sabe onde as luzes vão aparecer

    Foto: Andy Keen / BBC Brasil http://img.terra.com.br/i/2011/12/27/2159040-4575-rec.jpg
  • No entanto, Keen estuda, junto com sua equipe, mapas meteorológicos para saber a posição das nuvens e escolher o melhor lugar para a observação da aurora boreal

    Foto: Andy Keen / BBC Brasil http://img.terra.com.br/i/2011/12/27/2159041-4247-rec.jpg
  • Assim que a equipe consegue estimar o melhor local, com menos nuvens, Keen e os turistas viajam em micro-ônibus e até trenós puxados por cães para as áreas mais remotas da Finlândia

    Foto: Andy Keen / BBC Brasil http://img.terra.com.br/i/2011/12/27/2159052-3700-rec.jpg
  • Os melhores meses para a observação das luzes são janeiro, fevereiro e até o meio de março, quando a maior parte da neve já caiu e o céu tem uma quantidade menor de nuvens

    Foto: Andy Keen / BBC Brasil http://img.terra.com.br/i/2011/12/27/2159053-0459-rec.jpg
  • Cientistas também estimam que 2012 e 2013 serão ótimos anos para a aurora boreal. A atividade solar deve aumentar e os ventos solares são determinantes para a intensidade da luz

    Foto: Andy Keen / BBC Brasil http://img.terra.com.br/i/2011/12/27/2159054-2975-rec.jpg
  • O espetáculo se estende pelo inverno do hemisfério norte. No verão, quando as noites são curtas ou simplesmente não existem, as luzes não podem ser vistas. Mas, a atividade volta em outubro, com o início do outono

    Foto: Andy Keen / BBC Brasil http://img.terra.com.br/i/2011/12/27/2159055-2664-rec.jpg
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