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Satélite sino-brasileiro é lançado da China nesta madrugada

As imagens geradas pelo equipamento destinado à observação da Terra serão usadas na monitoração do desmatamento da Amazônia, no mapeamento da agricultura e nos estudos sobre bacias hidrográficas

7 dez 2014
08h12
atualizado às 08h14
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O satélite sino-brasileiro CBERS-4 foi lançado pelo foguete chinês Longa Marcha 4B da base de Tayuan, a 700 quilômetros de Pequim, pouco depois da 1 hora (no horário de Brasília) deste domingo.

O lançamento foi acompanhado na China pelo diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Leonel Perondi, pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Clelio Campolina Diniz, e pelo presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Coelho. Do outro lado do mundo, no Brasil, o feito foi assistido por especialistas do Instituto e convidados, no Centro de Controle de Satélites do INPE, em São José dos Campos, São Paulo.

Foto: INPE

Foto: INPE

Em órbita, o satélite CBERS-4 , o quinto do programa CBERS, pode dar até 14 voltas por dia na Terra e leva de 5 a 52 dias para imagear toda a superfície do  planeta. Ele tem a missão de gerar imagens que serão usadas na monitoração do desmatamento da Amazônia, no mapeamento da agricultura e da expansão das cidades e nos estudos sobre bacias hidrográficas e queimadas.

O lançamento do CBERS-4, que custou US$ 125 milhões a cada país, havia sido programado para dezembro de 2015, mas uma falha ocorrida com o foguete chinês que provocou a perda do CBERS-3, causou a antecipação da operação.

O Programa CBERS (em inglês China-Brazil Earth Resources Satellite), de responsabilidade do INPE, é realizado em parceria com a China e tem como objetivo o desenvolvimento de satélites de observação da Terra. 

Fonte: Terra

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