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Cazaquistão impede contrabando de 24 falcões-sacre a Dubai

15 set 2015 13h26
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Guardas fronteiriços cazaques impediram que 24 falcões-sacre fossem transportado a Dubai de maneira ilegal desde o aeroporto de Shymkent, no sul do país, informou nesta terça-feira o serviço fronteiriço do Comitê Nacional para a Segurança do Cazaquistão.

"Os guardas encontraram em 14 de setembro os pássaros (vivos) em duas malas pretas, durante o controle fronteiriço e de alfândegas do voo FDV-738, Shymkent-Dubai", destaca um comunicado.

De acordo com o serviço fronteiriço, cada falcão custa cerca de 45 mil euros. Apenas dois ou três animais, dos 24 confiscados, teriam sobrevivido à viagem em tais condições.

Os falcões foram levados ao serviço econômico de investigação fronteiriça para possibilitar outras medidas relacionadas com o caso.

O falcão-sacre é uma espécie protegida e é considerada uma das melhores aves para a prática da falcoaria. Os caçadores avaliam a capacidade do animal para apanhar suas presas.

Esta habilidade garante sua sobrevivência nos duros desertos árabes, nas estepes do Cazaquistão e aos pés do maciço de República Altaica, seu habitat natural.

EFE   
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