Reprodução artística do Quasar 3C 279. Com três telescópios interligados, astrônomos conseguiram fazer observação espacial mais precisa da história.
Foto: ESO / Divulgação http://img.terra.com.br/i/2012/07/18/2438743-7017-rec.jpgPara as observações do quasar, os três telescópios criaram um interferômetro com as distâncias intercontinentais de 9.447 km do Chile ao Hawaii, 7.174 km do Chile ao Arizona e 4.627 km do Arizona ao Hawaii.
Foto: ESO / Divulgação http://img.terra.com.br/i/2012/07/18/2438753-5313-rec.jpgAtacama Pathfinder Experiment (Apex). Grandes telescópios separados por longas distâncias conseguem, juntos, imagens muito mais precisas.
Foto: ESO / Divulgação http://img.terra.com.br/i/2012/07/18/2438755-3754-rec.jpgSubmillimeter Telescope (SMT), no Arizona. Observações foram feitas em ondas de rádio com comprimento de 1,3 milímetro, algo inédito até então usando-se distâncias tão grandes.
Foto: ESO / Divulgação http://img.terra.com.br/i/2012/07/18/2438767-0815-rec.jpgSubmillimeter Array (SMA), no Hawaii. Observações atingiram uma precisão de 28 microssegundos de arco. Com este valor é possível distinguir 2 milhões de vezes mais detalhes do que a olho nu
Foto: ESO / Divulgação http://img.terra.com.br/i/2012/07/18/2438769-8349-rec.jpgPosição do quasar 3C 279 na constelação de Virgem.
Foto: ESO / Divulgação http://img.terra.com.br/i/2012/07/18/2438770-6499-rec.jpg