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Justiça nega direito de chimpanzés serem reconhecidos como pessoas

10 dez 2013 09h22
| atualizado às 09h24
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Três cortes de justiça de Nova York negaram o pedido da Nonhuman Rights Project de reconhecer quatro símios como "pessoas legais", com direitos fundamentais. A ação, que visava à libertação em santuários onde os chimpanzés poderiam viver o resto de seus dias em liberdade, explicou o grupo. Diante da decisão, a organização informou que vai apelar.

As ações deveriam beneficiar Tommy, um chimpanzé mantido em cativeiro em uma jaula no estacionamento de um trailer na vizinha Gloversville, Kiko, um chimpanzé de 26 anos que é surdo e vive em uma residência privada em Niagara Falls e Hércules e Leo, de propriedade de um centro de pesquisas e usados em experimentos de locomoção em Long Island.

Em um comunicado a organização destacou que os processos tinham o objetivo de garantir aos chimpanzés o direito de liberdade física. "Lá os animais podem viver seus dias em um ambiente o mais próximo possível da selva na América do Norte", acrescentaram.

"Nossas petições legais e memorandos, juntamente com os depoimentos juramentados dos mais respeitados cientistas do mundo, expõem um caso claro de porque estes seres vivos cognitivamente complexos e autônomos possuem o direito legal básico a não ser aprisionados", destacou um comunicado. As ações incluem depoimentos de cientistas que dizem que os chimpanzés têm capacidades cognitivas complexas, tais como a consciência do passado e a capacidade de fazer escolhas e exibir emoções, tais como a empatia.

O Nonhuman Rights Project trabalha para mudar o status da lei comum de pelo menos alguns animais para "pessoas", que passariam a ter direitos fundamentais, como integridade física e liberdade física.

Com informações da BBC e Daily Mail

 

Fonte: Terra
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