Felipe Munhoz e Simone Sartori
Direto de São Paulo
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O grupo da seita Creciendo en Gracia estava com cartazes com os dizeres: "Religião é farsa", "O sistema religioso é hipócrita", "O pecado não existe mais", "O diabo não existe mais", "O inferno não existe" e "Roma mente". A polícia se aproximou do grupo e pediu para os manifestantes que não exibissem os cartazes. Eles disseram que tinham liberdade de expressão, mas acabaram cedendo, tiraram as faixas e foram embora.
Os manifestantes do grupo Creciendo en Gracia se contradizem ao se autodenominarem. Ao mesmo tem que dizem ser um "ministério de Cristo", afirmam ser uma "ciência" e uma "religião". E que o líder do movimento é o próprio anticristo. Pedro Kelle, bispo no Brasil desta seita, tem o número 666 tatuado no corpo.
O vendedor Sydemy Júnior, 44 anos, disse que não é anticristo. "Nós somos Jesus Cristo homem. Somos anjos na Terra, porque Jesus Cristo disse que ia voltar e voltou".
Redação Terra
Os membros disseram que o líder da seita é o anticristo
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