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STF anula serviço voluntário da Polícia Militar de Goiás

Governo decidiu contratar temporariamente reservistas do Exército para ajudar na redução da criminalidade

26 mar 2015
21h55
atualizado às 21h56
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O Supremo Tribunal Federal (STF) considerou inconstitucional a lei de Goiás que criou o Serviço de Interesse Militar Voluntário Estadual na Polícia Militar do Estado. Por unanimidade, os ministros entenderam que somente a União pode legislar sobre segurança pública. O Supremo deve retomar o julgamento para decidir como ficará a situação de 2,4 mil agentes concursados que foram contratados.

Com o objetivo de ajudar no patrulhamento e reduzir os números da criminalidade, o governo estadual decidiu contratar temporariamente reservistas do Exército em 2012. A medida foi contestada por policiais militares aprovados no concurso para a corporação, pelo Ministério Público de Goiás e pela Procuradoria-Geral da República, que recorreu ao Supremo.

Por meio de nota, a Secretaria de Segurança de Goiás informa que vai aguardar o pronunciamento final do STF. Uma nova seleção para o serviço foi aberta pela Polícia Militar antes da decisão da Corte.

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