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Sete presidentes confirmam presença na Cúpula dos Chefes de Estado do Mercosul

Mariana Tokarnia e Renata GiraldiRepórteres da Agência BrasilBrasília - A Cúpula dos Chefes de Estado do Mercosul contará com a participação de pelo menos sete presidentes da República. Além da presidenta Dilma Rousseff, que comanda a reunião, confirmaram presença em Brasília, na próxima sexta-feira (7), a presidenta Cristina Kirchner (Argentina) e os presidentes José Pepe Mujica (Uruguai), Rafael Correa (Equador), Evo Morales (Bolívia), Donald Ramotar (Guiana) e Desi Bouterse (Suriname).Correa, Morales, Ramotar e Bouterse participam da cúpula porque pleiteiam a integração dos seus países ao Mercosul. A embaixada venezuelana, que antes confirmava a presença do presidente Hugo Chávez, disse ontem (4) que é necessário aguardar informações da Presidência da República da Venezuela.O subsecretário de América do Sul, Central e do Caribe do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, embaixador Antonio José Ferreira Simões, manteve o mistério sobre a participação do presidente da Venezuela. "Não seria a primeira vez que ele confirma presença de última hora. Esse é um comportamento de Chávez", explicou.A presença de Chávez é aguardada pelas autoridades porque é a primeira vez, desde a oficialização do ingresso da Venezuela no Mercosul, em julho, que haverá uma cúpula de presidentes antecedida por uma série de reuniões técnicas e temáticas. Na semana passada, Chávez viajou para Havana, capital cubana, segundo informações oficiais, para um tratamento completar ao combate ao câncer e sessões de fisioterapia.Desde que Chávez viajou para Cuba, no entanto, não houve informações sobre seu estado de saúde nem o andamento do tratamento. No começo deste ano, o venezuelano fez uma cirurgia para a retirada de um tumor na região pélvica, que havia reaparecido.A adesão da Venezuela levou o Mercosul a alcançar 270 milhões de habitantes, o equivalente a 70% da população da América do Sul. O Produto Interno Bruto (PIB) do mercado comum já é US$ 3,3 trilhões, aproximadamente 83,2% do PIB sul-americano. Se Guiana, Suriname, Bolívia e Equador passarem a integrar o bloco, mais US$ 200 bilhões serão acrescidos.Edição: Davi Oliveira

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