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O sistema de informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concluiu a apuração em 100% das urnas. De um total de cerca de 92 milhões de votos apurados, 63,94% disseram "não" à proibição proposta pelo referendo e 36,06% disseram "sim" pelo fim do comércio de armas e munição no país. Os votos nulos representam 0,02% do total e os votos em branco, 0,01%. A média nacional de abstenção, ou seja, de pessoas que não compareceram aos locais de votação ou justificaram a ausência, ficou em 0,22%.
A região Sul foi o local do País onde o "não" obteve o maior número de votos, com 79,59% do total apurado. A região com o maior número de votos pelo sim foi a Nordeste, com 42,49%. Porto Alegre foi a capital com maior número de votos não, 83,66%. Maceió foi a capital com o maior número de eleitores favoráveis ao fim do comércio de armas e munição, onde 48,67% responderam sim. O município brasileiro com o maior número de votos ¿não¿ foi Marechal Thaumaturgo, no Acre, onde 97,44% da população votou essa opção. O município com maior quantidade de votos "sim" foi Rio do Pires, na Bahia, onde 78,60% da população votou pelo fim do comércio de armas e munição no Brasil.
A região Norte obteve a maior abstenção, 0,28%. A menor abstenção foi da região Sul, 0,18%. O Acre foi o estado onde houve maior abstenção, 0,30% e o Rio Grande do Sul foi o estado com menor abstenção, 0,17%.
De acordo com informações do TSE, apenas 21 seções eleitorais das mais de 325 mil em todo o país necessitaram votar manualmente, o que representa 0,01% do total. Segundo o secretário de informática do TSE, Paulo César Camarão, nesses locais não foi possível continuar com a votação eletrônica, por impossibilidade de troca ou porque a nova urna também apresentou problemas. Em 690 seções do país as urnas eletrônicas apresentaram problemas, mas foram substituídas com êxito.
O Estado onde houve mais substituições foi São Paulo, com 252 trocas, ou 0,41% do total. Percentualmente, os Estados que mais registraram substituições foram Mato Grosso do Sul e Amapá, com 0,69% de problemas nas urnas.
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