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Referendo
Domingo, 23 de outubro de 2005, 14h12  Atualizada às 15h29
Alckmin vota sim, mas diz que referendo não "muda muita coisa"
 
Rogério Lorenzoni/Terra
Para Alckmin,  a proibição pode contribuir para redução da criminalidade
Para Alckmin, a proibição pode contribuir para redução da criminalidade
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O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) votou no começo da tarde deste domingo no colégio Santo Américo, no Morumbi, zona sul de São Paulo.

» Veja fotos de Alckmin durante a votação

Logo após votar, Geraldo Alckmin confirmou a opção pelo 'sim' no referendo sobre a venda de armas e munição. Ele justificou o voto afirmando que a proibição pode contribuir para redução dos índices de criminalidade.

"Votei 'sim'. Sei que a proibição não resolveria os graves problemas, mas poderia ajudar a diminuir a violência. Seria importante que, além de não ter o comércio de armas, fosse feito um trabalho de combate ao tráfico de armamentos. São duas coisas que se complementam", disse.

Apesar do voto no "sim", Alckmin ressaltou que qualquer que seja o resultado do referendo, não haverá grandes mudanças. "Não vai mudar muita coisa porque a lei (do estatuto do desarmamento) que está em vigor é rigorosa para (crime) de porte de arma", contou.


 

Redação Terra