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26 de agosto de 2013 • 14h58 • atualizado às 15h13

Porta dos Fundos ironiza Feliciano no YouTube após crítica

Grupo de humor divulgou vídeo em que deputado, que representa o pastor, procura novas polêmicas para aparecer na mídia

Com o nome de DEPUTADO, o programa mostra uma reunião entre um político e seus assessores em busca de novas polêmicas
Foto: Reprodução
 

Depois de ser criticada pelo deputado federal Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) em uma postagem no Twitter na semana passada, a produtora de vídeos de comédia veiculados na internet Porta dos Fundos alfinetou o parlamentar em um vídeo exibido nesta segunda-feira. Com o nome de DEPUTADO, o programa mostra (veja abaixo) uma reunião entre um político e seus assessores em busca de novas polêmicas, numa alusão clara à atuação parlamentar de Feliciano, considerado racista e homofóbico. O vídeo é uma reação às críticas de Feliciano a outro programa do Porta dos Fundos, que fez piada com um tema religioso.

No vídeo acima, o humorista Luis Lobianco aparece com o penteado parecido ao do pastor e consulta assessores sobre temas polêmicos. "Estou fora da mídia há um tempo, tem três semanas que ninguém fala mais em mim, eu tô querendo voltar pra mídia, como é que faz?", diz ele.

Os assessores, interpretados por Antonio Tabet, Fabio Porchat e Rafael Infante, dão sugestões para um assunto que cause repercussão - "novo viado" -, e eles chegam à conclusão de que o momento é propício para polemizar com a cantora de funk Anitta, a aids e o nazismo.

"Funkeira é tudo vagabunda, drogada, endemoniada. Se ouvir a música da Anitta ao contrário tem mensagem de Satanás", pede para tuitar o deputado a um assessor. "O nazismo teve seus benefícios. #prontofalei", sugere ele, em seguida. 

"A aids foi providência divina", completa Lobianco na interpretação, concluindo que à noite ele fará um culto para "falar mal desse Papa (Francisco)" e depois soltar "um videozinho porrada na net". No final, o deputado fala que vai dar "um tapa na chapinha (cabelo)" para aparecer no Jornal Nacional. O deputado Marco Feliciano ainda não se manifestou sobre o vídeo.

Terra