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Irã felicita Dilma e diz que quer ampliar relações com Brasil

1 nov 2010 10h45
| atualizado às 11h24
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O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, felicitou, nesta segunda-feira(31), a presidente eleita Dilma Rousseff (PT) através de uma carta. Segundo a imprensa iraniana, Ahmadinejad também expressou seu desejo de que as relações entre Irã e Brasil sejam ampliadas e fortalecidas nesta nova etapa da política brasileira.

"Tenho certeza de que o Brasil continuará no caminho do progresso e do desenvolvimento, inclusive de forma mais rápida", destacou.

O presidente iraniano também declarou que "os laços de amizade construídos entre os dois países durante a gestão de Luiz Inácio Lula da Silva produziram avanços a nível bilateral, regional e internacional". E completou ao se referir à nova gestão do governo de Dilma: "esses laços entre Irã e Brasil foram consideravelmente ampliados nos últimos anos e tenho certeza de que esta tendência será mantida".

Por sua vez, o presidente da Comissão de Segurança Nacional e Relações Exteriores do Parlamento iraniano, Alaedin Boroujerdi, ressaltou que a eleição de Dilma é uma boa notícia para o Irã e para o mundo, porque "fortalece o bloco antiamericano".

Boroujerdi acrescentou em declarações divulgadas pela agência de notícias Irna, que "a América Latina entrou em uma corrente de oposição aos Estados Unidos. O mundo será testemunha, muito em breve, da ampliação e da expansão das relações entre Irã e os Estados da América Latina".

Para o Irã, as relações com a América do Sul são "estratégicas e muito valiosas", pois considera a região uma aliada em sua luta contra o capitalismo e o sistema global. Nos últimos anos, o governo iraniano estreitou os laços com outras nações latino-americanas, como Venezuela, Bolívia, Equador.

Presidente Lula e a presidente eleita, Dilma Rousseff, comemoram nesta madrugada a vitória no Palácio da Alvorada
Presidente Lula e a presidente eleita, Dilma Rousseff, comemoram nesta madrugada a vitória no Palácio da Alvorada
Foto: Ricardo Stuckert / Divulgação
EFE   
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