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Dilma: governo desarticulou 65 grupos criminosos que agiam nas fronteiras

23 abr 2013
11h04
atualizado às 11h17
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O governo desarticulou 65 organizações criminosas que atuavam nas fronteiras com dez países sul-americanos desde agosto de 2011, segundo um balanço apresentado nesta terça-feira pela presidente Dilma Rousseff. Durante o programa de rádio Café com a Presidenta, a governante assegurou que grupos acusados de narcotráfico, contrabando e outros crimes fronteiriços foram desarticulados desde que o governo iniciou o Plano Estratégico de Fronteiras.

O plano, acrescentou Dilma, prevê operações tanto das Forças Armadas quanto da Polícia Federal, entre outras forças. Segundo o balanço, as operações na fronteira também permitiram o confisco de 360 toneladas de drogas, a imobilização de oito mil veículos e embarcações, e a fiscalização de 148 pistas de aterrissagem.

"O Plano Estratégico de Fronteiras está sendo executado em duas grandes operações: a Operação Ágata, que é liderada pelo Ministério da Defesa, mobilizando as Forças Armadas, e a operação chamada Sentinela, coordenada pelo Ministério da Justiça, que reúne a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal e também a Força Nacional de Segurança", afirmou Dilma.

A mandatária acrescentou que em maio será lançada outra grande operação militar que procura cobrir os 16 mil quilômetros de fronteira brasileira para reprimir vários crimes e garantir a segurança durante a Copa das Confederações, que acontece em junho.

O Plano Estratégico de Fronteiras foi desenvolvido em colaboração com autoridades da Colômbia, do Peru e da Bolívia, com os quais o País assinou acordos de cooperação. Nas operações foram utilizados veículos aéreos não tripulados (Vant) equipados com câmaras que permitem fiscalizar grandes extensões.

Desde 2011, o Brasil opera dois Vants de fabricação israelense para a vigilância de suas fronteiras e em fevereiro passado recebeu outros dois que também serão usados em operações durante a Copa das Confederações.

EFE   
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