atualizado às 20h50

Difícil imaginar Conselho de Segurança sem o Brasil, diz Hillary

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Hillary defende o Brasil no Conselho de Segurança da ONU
 
Diogo Alcântara
Direto de Brasília

Em visita ao Brasil, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, avaliou nesta segunda-feira que, diante do cenário geopolítico contemporâneo, o País deve fazer parte do Conselho de Segurança das Nações Unidas como membro permanente. Hillary, no entanto, não fez um apoio formal, a exemplo do que fez o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, em visita oficial à Índia. O Brasil compõe o chamado G4, que inclui Japão, Alemanha e Índia, todos aspirantes a uma cadeira permanente no conselho.

"É difícil imaginar um Conselho de Segurança que não inclua o Brasil", limitou-se a dizer a secretária de Estado. Para ela, a reforma institucional é importante e deverá refletir a geopolítica atual, com espaço para novas potências emergentes. Quando foi criado, o grupo tinha apenas representantes de nações consideradas vencedoras no pós-Segunda Guerra Mundial. Estados Unidos, Reino Unido, França, Rússia e China são os únicos membros permanentes até hoje, com poder de veto. O Brasil já participou do grupo em assento rotativo.

"Acreditamos que os Estados Unidos demonstraram compromisso de uma reforma real mais forte do que outros países", completou Hillary.

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