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Alencar foi defensor da educação pública de qualidade, diz MEC

29 mar 2011
17h43
atualizado às 18h56

O Ministério da Educação (MEC) divulgou nota nesta terça-feira lamentando a morte do ex-vice-presidente da República José Alencar. O texto afirma que ele foi um defensor da educação pública de qualidade e do fortalecimento da educação profissional como estratégia para o desenvolvimento econômico do Brasil.

Em 2009, o então vice-presidente José Alencar comemorou a extração do pré-sal do Campo de Tupi com Lula
Em 2009, o então vice-presidente José Alencar comemorou a extração do pré-sal do Campo de Tupi com Lula
Foto: Ricardo Stuckert/PR / Divulgação

O ministro da Educação, Fernando Haddad, acompanha a presidente Dilma Rousseff (PT) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em viagem a Portugal, onde Lula recebe o título de doutor honoris causa da Universidade de Coimbra, em homenagem marcada para a quarta-feira.

Alencar morreu às 14h41 desta terça-feira, aos 79 anos, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. De acordo com nota oficial da instituição, ele morreu em decorrência de câncer - doença contra a qual lutava desde 1997 - e falência de múltiplos órgãos. Assinaram o documento o doutor Antonio Carlos Onofre de Lira, diretor técnico do hospital, e o doutor Paulo Ayrosa Galvão, diretor clínico.

O ex-vice foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na segunda-feira, com um quadro de suboclusão intestinal, em "condições críticas". Ele havia recebido alta em 15 de março, após uma internação de mais de um mês na instituição devido a uma peritonite (inflamação da membrana que reveste a cavidade abdominal) por perfuração intestinal.

Nascido em 17 de outubro de 1931, José Alencar foi o 11º filho de um total de 15 do casal Antônio Gomes da Silva e Dolores Peres Gomes da Silva. O ex-vice-presidente nasceu em um povoado às margens de Muriaé, cidade de 100.063 mil habitantes no interior de Minas Gerais. José Alencar era casado com Mariza Campos Gomes da Silva e deixou três filhos reconhecidos: Josué Christiano, Maria da Graça e Patrícia.

Alencar enfrentava câncer desde 1997
O empresário mineiro e ex-vice-presidente da República José Alencar morreu às 14h41 desta terça-feira, aos 79 anos, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. De acordo com nota oficial da instituição, Alencar morreu em decorrência de câncer e falência de múltiplos órgãos. Ele lutava contra a doença desde 1997. Ao todo, foi submetido a 17 cirurgias nos últimos 13 anos.

O ex-vice-presidente foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na segunda-feira, com um quadro de suboclusão intestinal, em "condições críticas". Ele havia recebido alta em 15 de março, após uma internação de mais de um mês na instituição devido a uma peritonite (inflamação da membrana que reveste a cavidade abdominal) por perfuração intestinal.

Alencar nasceu em 17 de outubro de 1931 em um povoado às margens de Muriaé, cidade de 100.063 mil habitantes no interior de Minas Gerais. Ele era casado com Mariza Campos Gomes da Silva, com quem teve três filhos.

Em 1967, em parceria com o empresário e deputado Luiz de Paula Ferreira, fundou, em Montes Claros (MG), a Companhia de Tecidos Norte de Minas (Coteminas), hoje um dos maiores grupos industriais têxteis do País. Estabelecido no setor empresarial, candidatou-se para o governo de Minas em 1994 e, em 1998, conquistou uma vaga no Senado Federal por Minas Gerais. Elegeu-se vice-presidente na chapa de Luiz Inácio Lula da Silva em 2002, tendo sido reeleito junto com o petista em 2006.

Agência Brasil Agência Brasil
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