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Ainda sem nome, partido de Marina Silva critica pretensão pelo poder

16 fev 2013
13h26
atualizado às 13h40
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Lançado neste sábado, o partido da ex-senadora Marina Silva nasce sem a pretensão pelo poder, segundo a fundadora da legenda. Marina afirmou no evento de lançamento, realizado hoje em Brasília, que a ideia de criar uma nova legenda (e se somar aos 30 partidos brasileiros já existentes) não é apenas para vencer as próximas eleições, apesar de admitir que vai disputar o próximo pleito, em 2014.

Marina Silva falou sobre a possível ideologia de seu novo partido
Marina Silva falou sobre a possível ideologia de seu novo partido
Foto: AFP

"Não pode ser partido para eleição. Não é o principal. Estamos em uma nova visão de mundo, de sujeito político que não é mais espectador da política, esse sujeito é protagonista", afirmou.

Ainda sem nomes de peso para apoiar a criação da legenda, o novo partido não será "nem de esquerda, nem de direita", e fará alianças pontuais. Marina também não se classificou como situação ou oposição ao governo Dilma Rousseff.

"Estamos na época ao paradoxo, nem situação, nem oposição a Dilma. Precisamos de posição. Se Dilma estiver fazendo algo bom, vamos apoiar. Se não, não. Parece ingênuo, mas não tem nada de ingênuo", disse a ex-senadora ao lado da colega e co-fundadora do partido, Heloísa Helena.

Os deputados Walter Feldman (PSDB-SP), Alfredo Sirkis (PV-RJ) e Domingos Dutra (PT-MA) já anunciaram que devem integrar a nova legenda, que precisa de 500 mil assinaturas registradas na Justiça Eleitoral para ser efetivamente criado.

Marina afirmou, ainda, que a ideia é copiar o modelo adotado pelo presidente americano Barack Obama e limitar as doações para o partido. As contribuições de pessoas físicas e jurídicas devem ser feitas pela internet, em limites que serão definidos pela coordenação nacional da legenda assim que ela for oficializada.

Fonte: Terra
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