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Aécio Neves diz que vitória será difícil, mas não impossível

18 mai 2013
14h41
atualizado às 15h00
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Pré-candidato à Presidência da República pelo principal partido oposicionista ao governo, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) disse neste sábado, em convenção que o aclamou como presidente da legenda, que quer tirar o País das "garras" do PT. Para ele, a trajetória será difícil, mas não impossível.

<p>O senador Aécio Neves cumprimenta apoiadores na convenção nacional do PSDB</p>
O senador Aécio Neves cumprimenta apoiadores na convenção nacional do PSDB
Foto: George Gianni / PSDB / Divulgação

"Queremos tirar o Brasil das garras do partido político que se esqueceu da sua história", afirmou Aécio. "Não será fácil nossa trajetória, mas está longe de ser impossível". Segundo o pré-candidato, o PSDB vai enfrentar o partido que "se encastelou no Estado".

Na avaliação do pré-candidato, a gestão petista vem deixando um legado de economia ruim. "'PIBinho', inflação e infraestrutura fora de controle", elencou.

Cerca de 3 mil pessoas se reuniram em Brasília para a convenção tucana. Dos 535 votos possíveis para se eleger candidato à presidência do partido, Aécio Neves conseguiu 521.

Rival nos bastidores, o ex-governador de São Paulo e candidato derrotado em dois pleitos presidenciais José Serra sinalizou que não fará campanha contra a pré-candidatura de Aécio. "Não vou botar minhas paixões acima da decência", declarou.

Em um dos discursos mais aguardados, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso partiu para o ataque contra a administração da presidente Dilma Rousseff e do antecessor dela, Luiz Inácio Lula da Silva. Ele disse que o partido defende a "vontade de renovação que não joga fora o passado", em referência a críticas petistas às gestões anteriores.

"Por que não reconhecer o que foi feito? Por que dividir o tempo todo?", indagou o ex-presidente. "O PSDB pode fazer mais e melhor. Não fazer contra."

O mandato de Aécio Neves no partido será de dois anos, e sua eleição funcionou como um tipo de lançamento de candidatura - a exemplo do evento comemorativo dos 10 anos de governo do PT, que é apontado como marco do lançamento da campanha de Dilma à reeleição.

Fonte: Terra
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