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Veja nomes de 11 mortos no massacre em escola no Rio

7 abr 2011
17h30
atualizado às 21h35

Foram identificados, até a noite desta quinta-feira, os nomes de onze alunos mortos no massacre da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro. De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil, são 12 estudantes mortos. Veja os nomes:

Responsáveis pelos alunos afirmaram que o criminoso teria invadido uma sala do nono ano
Responsáveis pelos alunos afirmaram que o criminoso teria invadido uma sala do nono ano
Foto: EFE

Karine Lorraine Chagas de Oliveira, 14 anos
Rafael Pereira da Silva, 14 anos
Milena dos Santos Nascimento, 14 anos
Mariana Rocha de Souza, 12 anos
Larissa dos Santos Atanázio, 13 anos
Bianca Rocha Tavares, 13 anos
Luiza Paula da Silveira Machado, 14 anos
Laryssa Silva Martins, 13 anos
Géssica Guedes Pereira (aguardando documento)
Samira Pires Ribeiro, 13 anos
Ana Carolina Pacheco da Silva, 13 anos

Além dos mortos, o ataque de Wellington Menezes de Oliveira, 24 anos, deixou mais de 20 feridos. Destes, foram identificados, até às 17h30, sete pessoas, sendo três em estado grave:

Brenda Rocha Tavares (ferida)
Gustavo Pires Damasceno, 6 anos (ferido)
Patrick da Silva Figueiredo, 14 anos (ferido)
Renata Gomes, 13 anos (ferida)
Igor Moraes (em estado grave)
Luan Vitor, 13 anos (em estado grave)
Thayane Tavares Monteiro, 13 anos (em estado grave)

Atentado
Um homem matou pelo menos 12 estudantes a tiros ao invadir a Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro, na manhã do dia 7 de abril. Wellington Menezes de Oliveira, 24 anos, era ex-aluno da instituição de ensino e se suicidou logo após o atentado. Segundo a polícia, o atirador portava duas armas e utilizava pelo menos 10 dispositivos para recarregar os revólveres rapidamente. As vítimas tinham entre 12 e 14 anos. Outras 18 ficaram feridas.

Wellington atirou em duas pessoas ainda fora da escola e entrou no local alegando ser palestrante. Ele se dirigiu até uma sala de aula e passou a atirar na cabeça de alunos. A ação só foi interrompida com a chegada de um sargento da Polícia Militar, que estava a duas quadras da escola. Ele conseguiu acertar o atirador, que se matou em seguida. Em uma carta, Wellington não deu razões para o ataque - apenas pediu perdão de Deus e que nenhuma pessoa "impura" tocasse em seu corpo.

Fonte: O Dia

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