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RJ: PM persegue e mata 2 assaltantes em Duque de Caxias

19 jul 2011
06h22
atualizado às 06h24

Dois homens foram mortos durante uma perseguição policial em Duque de Caxias, Baixada Fluminense, no fim da noite de segunda-feira. A dupla tinha roubado um carro no bairro 25 de Agosto e, segundo policiais do 15º BPM (Duque de Caxias), fez disparos contra os PMs. Uma das vítimas é apontada pela polícia como um dos líderes do tráfico de drogas na Vila Operária. Uma perícia foi feita no local onde os acusados foram baleados.

O gerente de vendas Cassius Cardoso, 22 anos, contou que saiu do curso no Sebrae de Duque de Caxias em seu Corsa prata e seguiu para um restaurante próximo para encontrar a namorada. Ele ficou no local e deixou o veículo com o primo, um vendedor de 25 anos. Na Praça Humaitá, quando seguia para casa, ele foi rendido por dois homens. Antes de fugir no carro, os bandidos levaram dois celulares, o tênis e a mochila dele.

O vendedor voltou ao restaurante e comunicou o roubo a Cassius. Os dois localizaram uma viatura da PM que iniciou as buscas. Cerca de 4 km do local do roubo os policiais avistaram o veículo. Segundo os militares, os criminosos receberam ordem para parar, mas tentaram fugir e atiraram contra a equipe. Houve troca de tiros na Praça Itatiaia, no acesso ao viaduro do bairro Centenário.

Fágner Augusto Moraes da Silva, 21 anos, que estava no banco do carona, foi baleado e morreu no local. André Luiz Cruz da Silva, 24 anos, conhecido como Batata e acusado pela PM de ser um dos líderes da quadrilha da Vila Operária, também foi ferido. Ele foi socorrido no Hospital Moacir do Carmo, mas não resistiu. Foram apreendidos uma pistola 9mm e um revólver calibre 38.

Segundo um inspetor da 59ª DP (Duque de Caxias), onde o caso foi registrado, as armas dos PMs e dos assaltantes foram recolhidas, conforme determina a portaria 553, da chefe de Polícia Civil Martha Rocha, para casos de suspeita de auto de resistência (morte em confrontos com policiais civis ou militares). A perícia foi realizada no local pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE).

Fonte: O Dia
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