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Rio: PM morto era testemunha principal no caso Amarildo

Adson Nunes da Silva foi morto com um tiro na cabeça no sábado no Rio; ele tinha ajudado a desmentir o depoimento de um dos policiais que informou à Justiça que não conhecia Amarildo

10 mar 2015 15h18
| atualizado às 15h25
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<p>O ajudante de pedreiro Amarildo de Souza, desapareceu em 14 de julho de 2013, após ter sido interrogado na UPP da Rocinha</p>
O ajudante de pedreiro Amarildo de Souza, desapareceu em 14 de julho de 2013, após ter sido interrogado na UPP da Rocinha
Foto: Rio de Paz / Divulgação

Um dos policiais mortos no Rio no último fim de semana está ligado diretamente ao caso do desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza, em julho de 2013, na Rocinha. Adson Nunes da Silva foi morto em Mesquita, na Baixada Fluminense no último sábado (7) e era uma das principais testemunhas do caso que envolveu policiais da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) da Rocinha, zona sul do Rio.

Silva participou como policial infiltrado na operação que resultou no desaparecimento e morte de Amarildo. Ele tinha ajudado a desmentir o depoimento de um dos policiais, que afirmou à Justiça que não conhecia Amarildo. Adson trabalhava no setor de inteligência da polícia.

De acordo com a Polícia Civil, o delegado responsável pelas investigações da morte de Adson, descarta a ligação entre os dois casos. O delegado Fábio Cardoso disse que já identificou duas testemunhas do crime. O agente foi assassinado com um tiro na cabeça e deixado na porta de uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento) no município. 

Fonte: Terra
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